A paz precisa ser ancorada em segurança

A paz precisa ser ancorada em segurança

Escrito por: David Nooitgedagt | Publicado: domingo, 14 de outubro de 2012

Não é um pouco ingênuo acreditar, que se pode ter paz, sem velar pela sua segurança? Não obstante, tem pessoas em número suficiente, que dizem que Israel deveria ofertar o que for possível e assumir qualquer risco sob o pretexto de paz no Oriente Médio. Da mesma forma é ingênuo, se um cristão se distancia dos valores e diretrizes que Deus deu em sua palavra, e mesmo assim espera ter a paz?

Vez por outra tem se mostrado que nos enganamos, se pensarmos que a vigilânica pode ser trocada pela experança irrealista por paz. As consequências são amargas. Mesmo assim isso tem se mostrado uma tendência ao longo da história. Não precisamos citar exemplos. Vai do menor confronto até a maior das guerras mundiais que o mundo já viu. Povos e países tem como prioridade dormir e sonhar com a paz, sem ao menos querer reconhecer a realidade. Depois se chora novamente pelas consequências terríveis. As consequências foram reconhecidas muito tarde, ao invés de ter pensado nelas com muito mais antecedência.

Por que se é tão ingênuo?

Por quê não se reconhece a realidade? Porque a mentira tem tanto poder. E a mentira é trevas, mesmo se está tão claro quanto a luz do dia. Aqueles que estão subsistem sobre a paz, nem sempre são as pessoas mais pacíficas. Alguns clamam por paz, enquanto na realidade tem intenções más, enquanto outros o fazem por não ver os perigos. Aqueles que na verdade buscam por paz e segurança, buscando acordar os outros para a realidade, podem muitas vezes ser considerados perturbadores.

As palavras do primeiro ministro de Israel  Benjamin Netanyahu durante sua fala diante da UNO (New York, 23. September 2011) pode nos fazer refletir:

„... eu não vim aqui para ser aplaudido. Eu vim aqui para falar a verdade. A verdade é que Israel deseja a paz. A verdade é que eu desejo a paz. A verdade é que, no Oriente Médio, em todos os tempos, mas principalmente agora, a paz precisa ser ancorada com segurança ...

Porém alguns argumentam, – principalmente nesses tempos turbulentos – se a dissiminação dos militantes do islamismo deve ser retardada, argumentam eles, que Israel deve se apressar a fazer concessões e fechar compromissos territoriais. Essa teoria parece simples. Basicamente se parece com isso: Deixe o território e a paz vai ter progressos. Os moderados serão fortalecidos, os radicais serão mantidos à distância. E não se preocupem com detalhes importunos de como Israel vai se defender; tropas internacionais vão cuidar dessa tarefa.

 

Essas pessoas falam sempre para mim: façam uma proposta abrangente e tudo vai dar certo, novamente. Vocês sabem, só existe um problema com essa teoria. Nós já tentamos e não funcionou ...”

O paralelo entre Israel e os cristãos

De volta para nós cristãos. Existe um paralelo entre nós e Israel? No dia 5 de março de 2012 Netanyahu disse durante a conferência AIPAC nos EUA: „O destino de Israel é continuar sendo o precursor da liberdade no Oriente Médio.”

Exatamente o mesmo destino temos como cristãos, assumir uma posição de pioneirismo no mundo. Paz e liberdade são marcas centrais na bíblia. Mas como é possível ter paz e harmonia em uma família ou grupo de cristãos se não o tomamos exatamente como recebemos de Deus? Da mesma forma como os israelitas tinham que estar vigilantes porque os povos vizinhos não tinham boas intenções, assim também nós temos que estar vigilantes por conta das tentações para o pecado na nossa própria vida (da nossa própria natureza pecaminosa) como também na nossa família e no nosso entorno, a medida que está ao nosso alcance e influência. Se carregamos a responsabildade nesse ponto, então não precisamos esperar por aplausos de pessoas, e sim colocar todo pecado em ordem.

... como é possível ter paz e harmonia em uma família ou grupo de cristãos se não o tomamos exatamente como recebemos de Deus?

Em consideração aos nossos filhos e nossa igreja temos o direito, de não ceder á pressão crescente do mundo a nossa volta, que consiste em que aceitamos diversas coisas que querem destruir a nossa vida privada, nosso matrimônio e nossa família. Exatamente porque seguimos as diretrizes boas e seguras, que estão na palavra de Deus, experimentamos a paz e a harmonia na nossa vida e nossa família. Por que deveríamos deixar essa felicidade, deixando com isso os valores que a palavra de Deus nos dá? As provas do que acontece então são evidentes. Quantas crianças são testemunhos amedontrados de que seus pais brigam ou vivem em rancor e ódio? Quanto temor e insegurança existe por conta da infidelidade no matrimônio? Por conta disso crianças vivem em uma falta de segurança, não tendo, por isso, verdadeira paz ou verdadeira liberdade.

E porque os pais são tão tolos, que tem a coragem de esperar, que vai ser bom com seus filhos, sem trabalhar com clareza, a fim de que os mesmos tenham um entendimento claro, por exemplo, de uma separação forte entre verdade e mentira, entre puro e impuro, entre justo e injusto e etc.? Temos então um bom  „país” para defender, e por isso temos que estar prontos para lutar nas suas divisas.

Uma paz justa e duradoura

No dia 18 de janeiro de 2012 Netanyahu esteve em Amsterdam, onde disse claramente que divisas seguras são de crucial importância para Israel: „"Eu nunca vou fazer um acordo quando se trata de segurança de Israel, e continuar a expor a verdade, de modo que para todos seja uma paz justa e duradoura.”

O mundo vai começar e experimentar a paz justa e duradoura, quando Jesus voltar e reger durante mil anos desde Jerusalém. Agora como cristãos tomamos uma posição de pioneirismo no reu reino. Agora essa justiça e essa paz pode dominar a nossa vida e nossos lares, baseada nessa atitude sóbria e vigilante contra o pecado e a injustiça.