Devo aparecer como o mais forte?

Devo aparecer como o mais forte?

Escrito por: Trond Eivind Johnsen | Localizar: Drammen, Norwegen | Publicado: quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Se eu considero que cada pessoa é como uma luz, minha luz vai brilhar mais forte se eu apagar os outros?

Não! Todos nós vimos e experimentamos que quanto mais luzes acendemos, mais claro fica. Mas mesmo assim, muitas vezes não vivemos segundo esse entendimento. Não tomamos isso ao coração. E não é sempre consciente que pessoas apagam a outros automaticamente, para se promover a si mesmos.

Os direitos Humanos são internacionais – eles perpassam todas as culturas e todas as fronteiras de países. Eles são uma prova de que o homem sabe que é bom e correto respeitar um ao outro. Ninguém deve ser discriminado por causa de sua raça, cultura, predisposição, sexo, etc. Nisso temos todos a mesma opinião.

Mas a discriminação não desapareceu, seja do âmbito visível, dos diversos fóruns de discussão na internet, dos ambientes escolares ou do círculo de pensamentos dos indivíduos. Também não tem nenhuma razão para acreditar que a discriminação venha desaparecer, sem que cada indivíduo acabe com todos os pensamentos negativos que atormentam as pessoas durante milênios.

Minhas proprias tendencias Eu percebo essas inclinações todos os dias. Eu encontro pessoas novas com freqüencia. Algumas se parecem comigo na cultura e nas circunstâncias da vida, como cresceram, e que outras não são tão ricos quanto eu.

Também não gosto que pessoas sejam mais ricas do que eu. Eu não gosto dos que sabem mais do que eu. Também não gosto das pessoas que não sabem o que eu sei. Também não gosto que outros sejam completamente diferentes. Também não gosto que tenham outros juízos de valores do que eu. Eles não deixam algo acontecer que eu deixo, ou afirmam ser totalmente desinteressante o que eu considero muito. Essa lista rapidamente pode ficar longa.

Existem grande diferenças para aquilo que eu gosto ou que gostaria de ser. Eu sei que não vou brilhar mais se apagar os outros. Também sei que o mundo não ficará melhor se ficar mais próximo do que eu gosto. Muito pelo contrário: O mundo fica melhor se eu mudo os meus pensamentos.


Você deve ter ouvido muito de Jesus. Ele foi hóspede de publicanos e pecadores, ele curou leprosos e admoestava seus irmãos a amar os inimigos.

 

Jesus não foi diferente do que eu. Ele sentia as inclinações todos os dias. Ele percebeu também que o mundo não seria um lugar melhor, se fizesse o que queria. O que fez com que Jesus, mesmo assim mudou tudo o que havia, foi o fato de ter resistido a sua própria natureza, para fazer aquilo que sabia ser o correto. Paulo continua a exortação com isso:Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.”  Filipenses 2,3.

O fato de Jesus ter feito isso, significa que eu também fosso fazê-lo. Eu não tenho menos preconceitos, porque Jesus acabou com esses pensamentos, mas ele me deu a possibilidade de receber uma nova vida de pensamentos. Com Jesus como amigo e conselheiro posso receber pensamentos completamente novos. Não seria fabuloso se alguns dos pensamentos de Deus se tornassem meus pensamentos?


Não seria fabuloso se qualquer um dos pensamentos de Deus poderiam ser meus pensamentos? A saber, Deus não pensa das pessoas, como eu o faço. Ele não tem preconceitos. Ele mesmo disse: Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.“ Jeremias 29,11. Se eu tenho tais pensamentos de meu próximo, onde então ficam as discriminações?

Quando Deus disse: „Haja luz!“, não acredito que ele desejava que eu devesse tentar apagar ela novamente.