Os ímpios orgulhosos

Os ímpios orgulhosos

Escrito por: Inge Almås | Publicado: terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dê-me os ímpios orgulhosos, nada querem saber de misticismo,
corajosamente querem criar para si um céu com própria habilidade.

Assim escreveu o poeta norueguês Rudolf Nilsen no começo do século passado. O poema foi na época uma contribuição flamejante para o comunismo. Hoje é, de muitas maneiras, uma descrição do desenvolvimento e espírito do tempo, o qual vemos generalizados na sociedade. Os valores cristãos acabam tendo que fugir diante do avanço do humanismo. O temor a Deus e a humildade perante o criador acabam tendo que fugir diante da impiedade e o orgulho sobre o próprio rendimento e habilidades dos homens.

Pensamentos racionais

O humanismo em si mesmo é um conceito tentador. Ele afirma ter uma percepção racional da realidade, baseada unicamente na razão e na ciência. Ele tem poucas regras éticas e deixa as decisões da vida para os sentimentos das pessoas, sua experiência e razão. Muitos humanistas iriam afirmar que só existe uma regra ética que se deve considerar: Você deve tratar os outros, como você quer que eles tratem você. Essa é muitas vezes considerada a regra de ouro. O humanismo rejeita tudo que é divino e toda a autoridade além dos homens, e poem sua confiança na afirmação de que a capacidade no pensamento racional é a orientação necessária para a vida.

Qual é a alternativa então? O cristianismo com os quais muitos tratam, não se refere muito tempo em uma posição

Na realidade, não precisamos nos surpreender que esta filosofia de vida esteja se alastrando. Ela apela para a razão das pessoas e tem uma posição clara nesse sentido. Qual é a alternativa então? O cristianismo com os quais muitos tratam, não se refere muito tempo em uma posição. Os princípios e limites éticos que durante séculos tem sido a perspectiva de vida cristã, foram na maior parte quebrados e abandonados. Principalmente sobrou ainda o perdão dos pecados, como uma espécie de seguro de vida para o desconhecido, do que se deve encontrar depois da morte. Para pessoas que querem algo mais do que ser empurrado pela correnteza, é difícil se engajar por algo assim.

Ingênuo ou pouco racional?

O que acontece com a alternativa humanista? As pessoas podem criar um céu segundo os seus próprios desejos, como descreveu o poeta? Se um homem tem um só corpo e um cérebro que pode tomar decisões racionais, tal filosofia de vida tem os seus encantos. Cada um acha que pode encontrar sua própria ética e estilo de vida, enquanto que ao mesmo tempo se tem consideração por outros. Então não se necessita de Deus. Os humanistas descrevem a fé em Deus, em uma autoridade além das pessoas, como algo ingênuo e pouco racional. Mas qual a racionalidade tem então, crer na bondade e compaixão, e na capacidade de tratar os outros da mesma forma como se gostaria de ser tratado? A capacidade de considerar as necessidades dos outros da mesma forma como considero as minhas, é então uma propriedade proeminente das pessoa?

A capacidade de considerar as necessidades dos outros da mesma forma como considero as minhas, é então uma propriedade proeminente das pessoas?

Jeder der etwas Selbsterkenntnis besitzt und ehrlich zu sich selbst ist, weiß die Antwort auf diese Fragen. Wohl kann der Mensch zeitweise in Fürsorge, Empathie und Gemeinschaftssinn glänzen, aber wenn die Stimmung sich gelegt hat und der Mensch dem Alltag begegnet, wie viel bleibt dann von dem uneigennützigen Engagement für andere übrig?

Céu e inferno

A verdade que cada um precisa reconhecer, mais cedo ou mais tarde, é que o homem se tornou um ser egoísta e alicerçado em seu próprio eu, depois da queda. Se o homem está entregue a si mesmo, então não se tem comunhão, no qual dominam as regras de ouro. Bem do contrário, surge uma comunhão, na qual cada um pensa em si. Isso é uma comunhão fria e dura. Viver em um céu assim, como o que os ímpios orgulhosos criaram para si, na realidade é um inferno.

Ainda existe um cristianismo que não é impotente

Existe uma alternativa? Felizmente a resposta para essa pergunta é um sim com entoação! Ainda existe um cristianismo que não é impotente. Ainda existem pessoas, que não apenas acreditam que Deus criou o mundo, mas que também crêem que Deus pode transformar a nós pessoas, na nossa vida diária, para que nos tornamos aptos a mostrar compaixão e bondade, para chegar na condição de deixar próprias necessidades em prol das vantagens para os outros. Isso não acontece com orgulho ou com o foco para as habilidades dos homens. Isso acontece através da humildade, e ao se sujeitar á vontade de seu criador, e deixa ele dar a direção na nossa vida. Entre tais pessoas, se encontra verdadeiramente o céu na terra.

Estes que saem dessa maneira do seu próprio egoísmo e encontram a abnegação e cuidado pelos outros, se tornam pessoas valorosas, não apenas para o cristianismo, mas sim para toda a sociedade. Eles se tornam bons cidadãos e pessoas cuidadosas em eu entorno. Dessas pessoas precisamos muito mais aqui nessa terra – Ímpios e orgulhosos já temos demais!