A vida não é vivida em uma bolha - que tipo de exemplo que eu sou para os outros?

A vida não é vivida em uma bolha - que tipo de exemplo que eu sou para os outros?

Escrito por: Frank Myrland | Publicado: terça-feira, 13 de outubro de 2015

Como você se sentiria se você soubesse que outros ao seu redor acompanham, e imitam suas ações?

Voce pensam em ti mesmo como um exemplo que vale a pena seguir, não só em seus melhores momentos, mas também naqueles momentos em que você está tentado a raiva ou pensamentos impuros?

Nós não vivemos em uma bolha. Tudo o que fazemos afeta os outros em torno de nós. Nossos irmãos mais novos ou amigos formam opiniões e pegam hábitos por passar o tempo com a gente. Colegas de trabalho tem uma idéia de como nós vivemos nossas vidas através de conversas e do tempo que passamos juntos no trabalho. Os não-cristãos obtem uma imagem do cristianismo através de nós.

Nosso objetivo não é apresentar-nos como algo maior do que realmente somos. Isso é apenas o orgulho– e essa mentira será revelada um dia. Mas as nossas decisões podem ter valor para os outros quando nós escolhemos viver uma vida fiel. Nós podemos ver isso em 1 Timóteo 4:16: «Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Porque fazendo isso te salvarás a ti mesmo e aos que te ouvem.»

Nós não vivemos em uma bolha. Tudo o que fazemos afeta os outros em torno de nós. 

Nossa grande responsabilidade

Alguns versos antes, em 1 Timóteo 4:12, lemos: «Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza!» É uma grande responsabilidade ser um exemplo para os fiéis. Pense que vergonha seria guiar a outros na direção errada, porque eu decidi ceder ao pecado! Se nós, consciente ou inconscientemente influenciamos alguém a ceder ao pecado, ele pode ter resultados terríveis. Ser egoísta ensina aos outros a ser egoísta.

Pense que vergonha seria guiar a outros na direção errada, porque eu decidi ceder ao pecado!

Mateus 18,6 descreve a gravidade disto: «Mas qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que creem em mim, melhor lhe foraque se lhe pendurasse ao pescoço, uma mó de azenha e ele se afogasse nas profundezas do mar.» Isso não significa que nós justificamos a pena de morte para alguém que tenha sido uma má influência, mas isso significa que o impacto de nossas decisões pode ter conseqüências eternas, não só para nós mas também para os outros, e é uma responsabilidade importante da qual devemos estar ciente.

Uma pessoa que escolhe fazer o bem incentiva outras pessoas a fazer o bem. Da mesma maneira também quem escolhe fazer o mal incentiva outros a fazer o mal. «Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer! Tudo o que o homem semear, isso também ceifará.» Gal. 6,7. Nossas ações são sementes. Elas crescem e se desenvolvem para uma colheita, que um dia colheremos.

Uma pessoa que escolhe fazer o bem incentiva outras pessoas a fazer o bem. Da mesma maneira também quem escolhe fazer o mal incentiva outros a fazer o mal.

Como será a tua colheita? Você será aquele que fez com que outros fossem tentados a pensar: «Se ele fez isso, então eu também posso»? Você deu a outros uma desculpa para pecar?

Devemos estar alertas e vigilantes, não só nos apresentar de uma forma positiva para os outros, mas realmente viver uma vida escondida com Cristo, de modo que o único sabor que os outros recebem de nós é a bondade e a pureza.
 

A nossa vida oculta

Mas e quando a tentação vem quando estou sozinho? Se outras pessoas poderiam ver meus pensamentos quando eu estou sozinho, eles ainda pensariam de mim como um bom exemplo? É possível para nós influenciar os outros com as escolhas que fizemos quando ninguém mais vê? Absolutamente! Estes momentos também são de muita seriedade.

Se outras pessoas poderiam ver meus pensamentos quando eu estou sozinho, eles ainda pensariam de mim como um bom exemplo?

Podemos imaginar que é possível viver uma vida dupla, sem quaisquer problemas, em que parecemos fiéis quando outros olham, mas cedemos às nossas tendências pecaminosas em oculto. Não é vergonha ser tentado– o que é importante é a minha decisão, se é certo ou errado, independentemente se alguém me vê. Estas decisões são reveladas com o tempo pela maneira como nos comportamos e como conseguimos mostrar carinho e apreço.

«Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver.» Hebr. 13,7. Qual é o resultado do nosso comportamento? É claro que a nossa vida oculta nos segura se não estivermos dispostos a ajudar os outros, porque nós escondemos uma consciência culpada, ou quando não podemos olhar a ninguém nos olhos, por medo de que eles podem descobrir como realmente somos.

Nós colhemos o que semeamos

Um dia estaremos diante da face de Deus para dar conta de nossas ações. Não podemos permitir que o pecado inunde o nosso coração sem esperar consequências negativas para nós mesmos e para os outros. «Guarde seu coração acima de todas as coisas, porque dele procedem as saídas da vida.» Prov. 4,23

Na Bíblia temos as instruções necessárias para viver uma vida que agrada a Deus – uma vida onde podemos ajudar e encorajar os outros. Que vida gloriosa que podemos ter quando escolhemos viver como um exemplo para o bem!